Math document não é code change
Quando um regulador pergunta a matemática por trás de um título, ele não quer um hash — quer uma cadeia determinística do RTP claim, passando por reel strips e paytables, até a simulação que produziu o RTP publicado dentro da tolerância. Essa cadeia é o math document.
Se a cadeia quebra em qualquer passo, o claim de certificação quebra junto. O math document é o contrato; o build artefact é apenas uma expressão dele.
Pinar, não taggear
Pinamos o math document ao build artefact via um identificador content-addressable — um hash sobre strips, paytables, constantes de math e configuração do simulador. Esse hash é o que vai pro lab e o que rederivamos do código a cada release.
Semver diz qual API chamar. O hash pinado diz qual matemática está na fiação. Operadores leem ambos.
Minor revisions de GLI-19 não são de graça
Quando GLI-19 move entre minor revisions, a metodologia de medição de RTP pode mudar de formas que parecem benignas mas deslocam a banda certificada. Reconstruímos o simulador sob a nova metodologia antes de aceitar uma re-cert; se a banda se move, o math document se move junto.
O audit ledger guarda o pin histórico para que qualquer RTP claim anterior continue reconstruível a partir do código — o número antigo do lab, sob a metodologia antiga do lab.
O que isso significa pra integração de um operador
Nada na fiação. O contrato de integração não muda com um bump de versão de math; o header certified-version do título sim. Operadores que consomem o audit ledger veem uma nova event-class para transições de versão de math, e a entrada do changelog é uma linha.
Não quebramos semver em silêncio. Também não quebramos matemática em silêncio.